Sonhos
Por
Claudine Oliveira (Psicanalista e Pedagoga)
Você dorme para sonhar
ou sonha para dormir? Essas e outras perguntas foram respondidas por Freud ao
longo da sua trajetória na interpretação de sonhos.
Segundo Freud , “o sonho é a via régia de acesso ao
conhecimento do inconsciente na vida mental .”Em sua concepção, o sonho é um
produto da atividade do inconsciente e que tem sempre um sentido intencional ,a
saber: a realização ou a tentativa de realização mais ou menos dissimulada, de
uma tendência reprimida.
O sonho é produzido com
os pensamentos, dados e experiências que são recalcadas para o inconsciente, o
que fazemos automaticamente, mas que agridem o psiquismo. O sonho é, portanto,
algo que por força do superego, não deve acontecer no pensamento chamado
consciente: a censura não o permite.
Necessitamos sonhar, os
sonhos nos ajudam a satisfazer o nosso ID ( nossos instintos) .Quantas vezes
acordamos satisfeitos por termos realizados desejos que acordados, não teríamos
coragem? Ou então, ficou bem claro após acordarmos de um sonho, o que realmente
desejávamos fazer diante de determinadas situações?
Todo sonho deve o seu
conteúdo ao passado e ao presente. Existem sonhos que são de baixo e outros que
são de cima. Os de baixo trazem conteúdos do inconsciente, sentimentos e ideias
do princípio da vida e não lembramos tão facilmente dos mesmos ao acordarmos.
Já os de cima são chamados de serviço servem para nos levar a dormir são
conteúdos recorrentes do dia a dia.
Nos sonhos nem sempre
existe uma lógica, e embora pareça inteiramente louco, possui um método
intrínseco.
Analisar os sonhos
trazidos pelos clientes em análise constitui uma importante ferramenta de
trabalho para o psicanalista.
Fonte :Interpretação de
sonhos/SPOB
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